Finanças

Categoria relacionada a empreendedorismo, finanças, administração e negócios.

Se você é empresário e busca meios de tornar o seu estabelecimento muito mais lucrativo, certamente já ouviu falar em negócio recorrente.

Essa estratégia ganhou espaço no mercado justamente pela facilidade que ela oferece aos clientes de uma empresa, e pelas vantagens que uma corporação pode alcançar com esse tipo de modelo de negócio. 

Os negócios recorrentes já fazem parte da rotina das pessoas de maneira extensa. Um exemplo disso é o pagamento de contas de consumo básica, como as de internet ou de telefone. 

Outra possibilidade é a de uma empresa que realiza o controle de acesso condominial, já que ter um profissional fazendo a segurança do local e um equipamento instalado juntamente com o serviço de recepção requer o pagamento de uma mensalidade. 

Por isso, apesar de muitas pessoas ainda não conhecerem o termo, os negócios recorrentes já estão no mercado há muitos anos, e se tornaram essenciais para empresas que buscam crescer e ter uma solução para prever o seu faturamento. 

Até para estabelecimentos que buscam investidores com o intuito de crescer no seu segmento, ter um modelo de negócio recorrente pode ser a solução ideal para exibir uma receita de ganhos bastante atrativa. 

Sendo assim, implementar um modelo de economia recorrente na sua empresa pode ser muito mais simples do que parece. Quer saber como? Então siga na leitura deste artigo. 

O que é um modelo de negócio recorrente?

Certamente, na sua rotina, você já se deparou com alguns planos oferecidos por estabelecimentos, que mostram diversas vantagens para que o cliente adquira um produto ou serviço, de maneira periódica. 

A estrutura de uma empresa, por exemplo, que conta com porta corta fogo, portões automáticos e catracas de restrição de acesso precisa da manutenção predial da sua estrutura para garantir o funcionamento adequado de diversos itens.

Às vezes, esse tipo de reparo é constante, o que exige que um profissional esteja sempre por perto para socorrer em caso de pane dessas estruturas. 

Por isso, o cliente fecha um pacote mensal para manutenção, e chama a empresa responsável sempre que preciso, por um preço pré-estabelecido, que é pago de maneira recorrente. 

Isso é o que se chama de negócio recorrente: uma empresa oferece aos clientes os seus produtos ou serviços, mediante um pagamento mensal, que se renova automaticamente. 

Esse tipo de negócio traz uma série de vantagens para um estabelecimento, tais como:

  • A fidelização do cliente;
  • A previsibilidade do faturamento;
  • A escalabilidade;
  • A inovação no modo de atuar, etc.

O primeiro grande benefício de se adotar um plano de negócio recorrente é a fidelização do cliente. Afinal, se ele contrata o seu serviço recorrente de recarga de extintor, isso se dá porque ele confia no seu trabalho e reconhece a importância do suporte oferecido. 

Nesse sentido, também é válido ressaltar que conquistar novos compradores costuma custar mais para uma empresa do que fidelizar os já existentes. Sendo assim, o negócio de recorrência é uma das maneiras mais interessantes de tornar os seus consumidores fiéis. 

Com isso, o estabelecimento ganha em termos financeiros: a previsibilidade do faturamento é uma das vantagens mais interessantes desse tipo de negócio. Isso porque a empresa já tem um determinado número de clientes em todos os meses, ajudando no seu financeiro.

Para estabelecimentos que desejam crescer, esse modelo de negócios recorrentes pode ser essencial. A escalabilidade, ou seja, a oportunidade de fazer com que a empresa cresça e atenda cada vez mais clientes é muito mais palpável nessa situação.

Por fim, também vale dizer que uma empresa especializada em guarda corpo para laje, que aposta nos negócios recorrentes para manutenção dos seus equipamentos, consegue inovar a sua maneira de atuar no mercado.

Ao fazer isso, ela se destaca das suas concorrentes e faz com que os seus clientes estejam sempre atentos às novidades oferecidas pela marca, fidelizando o público de maneira assertiva. 

5 modelos de negócios recorrentes para empresas

Depois de conhecer um pouco mais sobre o que é um negócio recorrente e como ele pode ser importante para uma empresa, também é necessário entender alguns dos tipos mais comuns oferecidos pelos estabelecimentos.

Há uma série de possibilidades nesse mercado, que dão autonomia e segurança para que um escritório de consultoria em segurança privada, por exemplo, consiga oferecer os seus serviços para um grande número de clientes, de maneira periódica. 

01. Recorrência Caixa-Surpresa

Muitos clubes de assinatura oferecem ao cliente um modelo de negócio de recorrência que conta com um elemento surpresa. 

Por meio da assinatura mensal, a empresa se compromete a enviar um conteúdo novo, que será conhecido pelo consumidor apenas no momento em que ele receber o pacote. 

Esse tipo de negócio recorrente é muito comum em editoras e livrarias, que podem facilmente enviar um livro que acaba de ser lançado para o seu público. 

Essa também pode ser uma opção para uma doceria, que envia mensalmente uma encomenda de doce surpresa para os clientes conhecerem todo o seu cardápio, estimulando outras compras posteriores. 

02. Recorrência de serviços sem consumo limitado

Certamente você já viu muitos filmes e seriados em streamings de vídeo, ou ouviu diversas faixas de um artista em uma plataforma de música. Esses são modelos de assinatura mensal bastante populares na atualidade. 

Com um custo fixo mensal, o cliente pode consumir o que deseja dentro do valor estipulado previamente. Nesse caso, ele pode assistir a quantos filmes quiser, sem que isso altere o custo que ele paga. 

Uma empresa de serviço de entrega encomenda pode facilmente aplicar um plano desse tipo para os estabelecimentos que ela atende. Dessa maneira, ela realizará os envios que forem necessários, e dará todo o suporte para os clientes, conforme contratado. 

03. Recorrência de produtos

Existem muitos tipos de produtos utilizados no dia a dia que devem ser reabastecidos para que o cliente continue o seu consumo. 

Esse modelo de recorrência é bastante interessante, sendo a aposta de muitos estabelecimentos para conquistar um maior número de vendas. 

Uma fabrica de sorvete, por exemplo, pode facilmente criar um negócio de recorrência para que ela consiga vender um grande número de picolés ou de potes de sorvete  para os seus clientes, abastecendo-os mensalmente. 

Essa também pode ser uma excelente opção para lojas que vendem artigos para bebês, assim como para as que comercializam maquiagem, produtos de higiene ou limpeza, etc.

Isso porque esse tipo de item é utilizado pelos clientes com uma alta frequência, o que faz com que a demanda pela compra deles seja periódica.

Assim, esse modelo de negócio recorrente pode ser uma maneira interessante de fidelizar clientes, ao oferecer produtos com um preço atrativo, que serão entregues em casa. 

04. Recorrência de conteúdo

Certamente você já tentou ler algumas notícias em grandes portais da internet, mas não conseguiu acesso porque a leitura é liberada apenas para assinantes. 

Esse tipo de negócio recorrente faz com que pessoas fechem um plano mensal para acessar uma plataforma que entrega materiais de qualidade, para que os seus usuários possam adquirir mais conhecimentos sobre uma área. 

Essa pode ser uma oportunidade interessante para empresas que trabalham com diferentes tipos de conteúdos, e que queiram oferecê-los ao público de maneira exclusiva. 

05. Recorrência de seguros 

Os serviços de seguro de carros, planos de saúde ou previdência privada costumam ser outros tipos de negócios de recorrência que são valorizados pelos clientes de uma empresa. 

Por serem serviços importantes, que levam maior segurança para as pessoas, eles se tornam essenciais para o público, justamente, porque essa é uma preocupação a menos dentro de uma rotina atribulada.

Sendo assim, eles são cada vez mais comuns, e costumam oferecer boas vantagens para que uma empresa conquiste um bom faturamento mensal. 

A importância dos negócios recorrentes e da fidelização de clientes

Os modelos de negócios recorrentes mostram como é possível aliar a entrega de bons produtos e serviços, com a expectativa dos clientes que, ao receberem adequadamente o que foi contratado, tornam-se consumidores fiéis de uma empresa. 

Por isso, antes de lançar o seu serviço recorrente para o mercado, é preciso analisar e encontrar o tipo mais coerente para o seu negócio. 

Isso quer dizer que você deve entender as necessidades do seu público para oferecer aquilo que as pessoas estão buscando e que vai trazer vantagens para elas. 

Também é fundamental proporcionar esse tipo de solução por um preço atrativo, gerando assim um grande número de clientes recorrentes. 

Dessa forma, a empresa conquista um faturamento mensal previsível muito mais interessante do que as que não apostam nesse tipo de estratégia.

Essa decisão pode ser fundamental para que o negócio cresça e ganhe escalabilidade, conseguindo assim atender a um grande número de clientes e fidelizá-los por tempo indeterminado. 
Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Pagar as contas de consumo com cartão de crédito tem sido a prática de muitos usuários que, talvez por medida de segurança prefiram utilizar essa forma de pagamento para evitar sair com dinheiro na carteira.

Clientes da Sky também podem utilizar essa modalidade de pagamento de segunda via da fatura.

As empresas operadoras de tv por assinatura evoluíram muito no Brasil nos últimos tempos, se pode dizer que alguns motivos que mais chamou atenção para contratar um plano de assinatura é a variedade de canais.

Os canais abertos têm programação limitada e o público, no caso o telespectador, se tornou mais exigente, querendo assistir novas séries, esportes, filmes e muitos programas de variedades que não são transmitidos pelos canais tradicionais.

Outro motivo é que devido a insegurança, muitas pessoas estão evitando sair a noite e, após um dia de trabalho querem ter acesso a uma programação mais diversificada.

Sky é uma das empresas que mais cresce no segmento de fornecimento de sinal de tv, tanto é que foi a primeira empresa a oferecer plano pré-pago e o cliente pode recarregar quanto quiser a partir do valor mínimo e quando desejar.

Pagar 2 via Sky pelo cartão de crédito

Clientes dos planos pós-pagos da Sky podem pagar a segunda via da fatura no serviço online de autoatendimento.

Ao acessar o site, busque a área de autoatendimento, insira login e senha, se for a primeira vez que utiliza a área de cliente, faça seu cadastro virtual. Dera solicitado o e-mail e CPF, em seguida abra sua conta de e-mail e ative o cadastro seguindo as orientações.

Volte ao autoatendimento, insira login, senha, consulte sua conta e solicite o pagamento da fatura em aberto informando o número do cartão de crédito, se desejar parcelar adicione a informação em quantas vezes deseja.

Fale com a Sky

Para maiores detalhes, entre em contato com a central de atendimento ao cliente ligando para o número 10611.

A Votorantim S.A é uma empresa brasileira multinacional criada por José Emílio de Moraes. A empresa possui diversos segmentos de atuação, que vão desde produção de cimentos à usinas de energia.

História do Banco Votorantim

A mais de 20 anos no mercado de varejo, a instituição é considerada o 5º maior banco privado do Brasil, além de atuar como banco múltiplo para atender a necessidade de todos os públicos.

O banco foi fundado em 1988 com o papel de distribuidora de valores mobiliários, porém a Votorantim S.A. já tinha outros segmentos em atuação no mercado. Se tornou um banco múltiplo 3 anos depois, atendendo banco de Atacados, Financiamento ao Consumo e Gestão de Patrimônio.

Seu segmento de Atacado opera em diversos negócios como: 

  • Corporate & Investment Banking: responsável por atender grandes empresas
  •  Wealth Management: presta serviço de gestão para empresas terceirizadas do banco com soluções baseadas na necessidade de cada um.
  • Private Bank: responsável pela gestão de grupos familiares.

Em 2009 o Banco Votorantim assinou um acordo estratégico com o Banco do Brasil em busca de expansão e reforço, no qual o BB passou a arrecadar 50% do capital social do Votorantim.

Em 2019 o presidente do banco foi substituído por Gabriel Ferreira, que antes já trabalhava na instituição, porém nas áreas de Marketing, Estratégia e Inovação.

Hoje sua sede é na cidade de São Paulo, mas também possui filiais em Campinas, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Nassau, mantendo corretoras em Londres e Nova Iorque.

Serviços oferecidos pelo Banco Votorantim

Os serviços oferecidos pelo Banco Votorantim são estendidos desde pessoas físicas até jurídicas. Confira a lista de alguns desses serviços:

  • Conta corrente
  • Cartão de crédito
  • Empréstimos
  • Financiamento
  • Investimento
  • Mercado de capitais
  • Câmbio

Banco Votorantim e programas sociais

Assim como quase todas as instituições financeiras, o Banco Votorantim também possui iniciativas ambientais e sociais.

Instituto Votorantim: foi fundado em 2002. O instituto investe em empresas e é responsável por definir a responsabilidade dessas empresas em relação a responsabilidade social. 

Cada município possui uma empresa local para cuidar de políticas socioambientais, desenvolvimento local e educação.

Legado das Águas: é uma reserva criada pela Votorantim em parceria com o Governo do Estado de São Paulo. A iniciativa partiu da ideia de proteger as nascentes e os rios utilizados por usinas na mata atlântica, por isso, o projeto possui pesquisadores, educação ambiental e até turismo sustentável.

O código Santander é absolutamente necessário para a realização de operações bancárias que envolvam o depósito e transferência entre bancos. Portanto, caso você precise realizar uma operação desse tipo você precisará do código do banco Santander exato.

Vejamos adiante para que serve o código Santander e como utilizá-lo da maneira ideal para a realização de transações entre bancos diferentes.

O Código Santander serve para identificar a instituição

Desde que os sistemas bancários foram introduzidos no mundo, mesmo antes de se tornarem informatizados havia a necessidade de identificação de bancos específicos para processar operações de transferência. O código de banco serve justamente para ajudar na identificação da instituição bancária para onde o dinheiro será enviado.

Código Santander: há outros elementos que podem identificar o banco de destino

Esses códigos de identificação servem para enviar precisamente a quantia de dinheiro por depósito ou transferência ao beneficiário. Portanto, o código Santander não será o único elemento de identificação para realização da sua operação bancária.

No entanto, o código Santander será fundamental para que você consiga concluir a transação. Caso você não tenha acesso ao código ou digite o código errado a transação pode ser negada ou haver uma devolução do dinheiro.

Qual é o código Santander para ser usado em operações bancárias?

O mais comum é que o sistema bancário, ao realizar operações de DOC e TED ou depósitos faça o reconhecimento pelo número COMPE. Além disso, poderá solicitar um código Santander ISPB que será menos utilizado. Vejamos adiante os códigos Santander exatamente:

  • Código Santander COMPE: 033.
  • Código Santander ISPB: 90400888.

O código Santander pode ser usado para outros tipos de operações?

Sim, porém como o sistema bancário atualmente é automatizado e informatizado; a própria interface de usuário lhe fará a solicitação pelo número. Por isso esteja atento(a) ao realizar operações bancárias que exijam esse número.

Além disso, saiba que há dois tipos de código, o COMPE que tem três dígitos e o ISPB que tem oito dígitos. É ideal que o correntista preste atenção a esses detalhes para não errar na hora de realizar uma operação no autoatendimento ou em seu Internet Banking.

Além do código Santander quais outros dados são necessários?

Para você realizar depósitos com segurança e rapidamente tenha os seguintes dados corretos em mãos:

  • CPF/CNPJ do beneficiário(a).
  • Código do Banco.
  • Número da conta corrente ou conta poupança.
  • Número da agência.
  • Dependendo do sistema você precisará do número do tipo de operação também.

Conclusão

Neste artigo compartilhamos importantes informações sobre para que serve o código Santander durante a realização de uma operação bancária. Você gostou das informações compartilhadas aqui? Não se esqueça de deixar o seu like e compartilhar com todos esses dados essenciais para realizar depósitos bancários ao Santander.

Através de Perguntas e Respostas vamos entender de forma simples e prática o que é o ITCMD, qual a sua forma de cobrança e quando ele poderá ser cobrado.

Para facilitar, vamos colocar um índice com as questões que abordaremos ao longo deste artigo.

  1. O que significa ITCMD?
  2. Em quais situações este imposto é cobrado?
  3. Quem é responsável por cobrar este imposto?
  4. Sobre quais bens o ITCMD recai?
  5. ITCMD pode ser cobrado sobre seguro de vida do falecido?
  6. Quando a pessoa pode ser isenta de pagar este imposto?
  7. Qual é a base de cálculo e alíquota do imposto?
  8. ITBI e ITCMD são a mesma coisa?

1. O que significa ITCMD?

A sigla significa: Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de quaisquer bens e direitos.

A expressão “causa mortis” se refere à situação em que o bem é transmitido por herança.

2. Em quais situações este imposto é cobrado?

Como dissemos no início deste artigo, o Imposto foi feito para ser cobrado no caso de doações ou então quando um bem é transferido por meio de herança.

Vamos enumerar algumas situações para que você possa compreender quando isso pode acontecer na prática:

HERANÇA

  • Quando é aberta sucessão legítima ou a sucessão testamentária (sucessão ocorre quando alguém falece e os seus bens são partilhados entre os herdeiros).

Aqui se inclui também a sucessão provisória ou aquela que decorre de morte presumida.

DOAÇÃO

  • No ato de doar, mesmo quando o doador se reserva no direito de usufruto/uso ou qualquer outro direito real sobre o bem;
  • Quando é feito o adiantamento da legítima;

Adiantamento de legítima é quando a pessoa doa bens para pessoas que são os seus herdeiros, ou seja, a pessoa está antecipando a partilha de seus bens que seriam divididos na herança.

  • Quando há a renúncia à herança ou ao legado “em favor de alguém” o ITCMD recairá sobre excedente de quinhão decorrente de processo de inventário ou por escritura pública;

Vamos dar um exemplo para que você entenda essa situação.

Supomos que 4 (quatro) pessoas sejam herdeiras de determinado bem, todavia, uma delas não está interessada e “faz a renúncia em favor de um ou mais dos outros herdeiros”. Nesse caso, sobre o quinhão que caberia a essa pessoa será devido o ITCMD decorrente da sucessão e mais o ITCMD, decorrente da renúncia em favor de alguém, que será pago por aqueles que receberão o quinhão deste herdeiro que abriu mão de sua parte. Isso ocorre, pois o entendimento é que quando a pessoa escolhe o beneficiário da renúncia, configura doação e ocorre mais um fato gerador do ITCMD.

Aqui nós podemos utilizar o mesmo raciocínio do caso anterior. Vamos utilizar um exemplo para ilustrar a situação.

Um casal decide se separar e segundo o regime de bens desse casal os tudo deveria ser divido pela metade entre as partes. Acontece que uma das partes, por livre e espontânea vontade decide abrir mão de tudo que lhe pertence para que esses bens fiquem com a outra pessoa.

Nesse caso, quando a pessoa abriu mão do quinhão (parte dos bens) que lhe era devido ela está automaticamente doando esse quinhão para o ex companheiro. Então, o companheiro/cônjuge que ficou com esses bens deverá pagar o ITCMD sobre esta parte que lhe foi doada.

Esses são apenas alguns exemplos. Muitos outros casos na prática ensejam o pagamento do imposto. Pense que nos casos de herança e doação o imposto será devido.

De forma resumida, na maioria das vezes que um bem ou direito é transmitido de forma gratuita, incide o ITCMD.

Indicamos que sempre que houver dúvida sobre a cobrança do imposto, você busque se orientação com um advogado.

3. Quem é responsável por cobrar este imposto?

O ITCMD é um imposto Estadual, então será pago ao Estado.

Aqui é importante observar, para o caso de bens imóveis, que o imposto será pago para o Estado no qual o bem esteja situado.

Vamos dar um exemplo. Uma pessoa falece no Estado do Rio de janeiro, e um dos imóveis está situado no Estado de São Paulo.

Importante ressaltar que o ITCMD deste imóvel é devido ao Estado de São Paulo, ainda que o inventário ocorra no Rio de janeiro.

Nos casos de doação a situação é a mesma. Ainda que a doação seja feita em outro estado, ou até mesmo se o doador não residir no estado em que o imóvel está localizado. Em todos os casos imposto o será devido para o Estado no qual o imóvel esteja situado.

4. Sobre quais bens o ITCMD recai?

A forma mais comum é sobre bens imóveis, os casos de pagamento ocorrem quando há venda, doação ou até mesmo quando é registrado usufruto, uso ou domínio útil do bem.

O ITCMD também pode recair sobre outros tipos de bens, quais sejam:

  • Bens móveis;
  • Direitos;
  • Títulos e créditos e os direitos a eles relativos.

5. ITCMD pode ser cobrado sobre seguro de vida do falecido?

O ITCMD não recai sobre seguro de vida. Isso ocorre porque o seguro não é propriamente um “bem” do falecido, mas sim um benefício deixado por ele, portanto, se não é um “bem”, não tem como ser herdado nem doado, logo não incide o ITCMD, por esse motivo, o seguro de vida é muito utilizado como planejamento sucessório.

6. Quando a pessoa pode ser isenta de pagar este imposto?

Importante ressaltar que por ser um imposto estadual, as regras podem variar muito de estado para estado.

Na maioria das vezes, as isenções beneficiam pessoas que vão receber bens de baixo valor, ou então, no caso de imóveis, quando é o primeiro imóvel de quem está recebendo o bem.

Sugiro que você busque a orientação de um advogado para compreender melhor o que se encaixa no seu Estado de forma particular.

Além da isenção que os estados podem conceder, a Constituição Federal garante a Imunidade quando quem recebe a doação/herança ou legado for:

  • A União, o Estado, o Distrito Federal ou o Município;
  • Templos de qualquer culto;
  • Partido político, inclusive suas fundações;
  • Entidade sindical de trabalhadores; e
  • Instituição de assistência social e educacional, sem fins lucrativos;

Está imune ao imposto, também, os livros, jornais, periódicos e o papel destinado a sua impressão.

Importante lembrar que para cada um desses casos existe uma regra, ou seja, uma limitação. Então, é importante consultar um advogado, se este for o seu caso, para entender quais são as regras aplicáveis.

7. Qual é a base de cálculo e alíquota do imposto?

A base de cálculo é o valor venal do bem, para os casos de bem imóvel. Ou o valor patrimonial do bem.

Para calcular o valor do imposto utiliza-se a alíquota aplicada à base de cálculo e essa alíquota varia de Estado para Estado.

Encontramos pelos estados brasileiros alíquotas que vão de 3% até 6% sobre a base de cálculo.

8. ITBI e ITCMD são a mesma coisa?

Não. Essa confusão é muito comum, mas há uma grande diferença entre esses dois impostos.

O ITCMD é um imposto estadual que recai sobre transmissão gratuita, e o ITBI é um imposto municipal que recai sobre operações onerosas, como a compra e venda, por exemplo.

Estas são as dúvidas mais recorrentes sobre este importante imposto.

Confira o nosso site para acessar mais conteúdos que vão esclarecer as suas dúvidas.

Entenda a importância da educação financeira por Hélio Laniado



Apesar de ser um tema importante para a realidade de qualquer um, quando o assunto é a importância da educação financeira, é quase um consenso que pouco se sabe sobre a questão.

helio renato laniado

Mesmo que haja uma imensa gama de livros sobre assunto e profissionais dispostos a passar o seu conhecimento, as pessoas continuam a saber pouco sobre como lidar com a sua vida financeira e assim evitar entrar em enrascadas bastante comuns.

Para se ter uma ideia, em recente pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), 58 milhões de pessoas estão negativadas no Brasil. Esse é um número assustador e explica bem como a falta de educação financeira pode ser prejudicial.

Não é para menos, esse assunto não é ensinado nas escolas. Mesmo em cursos de graduação, que formam os profissionais do futuro, a não ser que seja um curso da área financeira, pouco se é ensinado sobre como administrar o seu dinheiro. Por conta disso, convidamos o renomado especialista em investimentos Hélio Laniado para falar sobre educação financeira!

O que seria a educação financeira?

Segundo Helio Renato Laniado, à grosso modo, a educação financeira é o encontro do controle financeiro, do crédito e das dívidas com o conhecimento essencial para tomar decisões a respeito do seu dinheiro. Esse parecer deve ser responsável, visando sempre a regularidade das finanças e o seu bem-estar.

Com esse conhecimento, é possível tomar decisões para a sua vida individual. Mas, também, é essencial para aquelas decisões que estão ligadas à família como viagens, compra de bens e financiamento da educação dos filhos, entre outros. O objetivo aqui é não desequilibrar o orçamento.

Entenda que não importa o tipo de renda, todos estão sujeitos a ter uma má educação financeira, inclusive profissionais qualificados com um alto rendimento.

Mas afinal qual é a importância da educação financeira?

Dívidas. Segundo o especialista em investimentos Helio Laniado, essa é talvez a maior importância quando se trata de educação financeira. Principalmente quando tratamos do seu início, onde é bem comum entrar em investimentos duvidosos. Sem uma educação financeira adequada, você pode se encantar com as possibilidades de crédito que o banco oferece e, a fim de atingir os seus objetivos, acabar se tornando inadimplente.

As dívidas podem atingir todas as áreas. A saúde e a vida social podem ser bastante prejudicadas pelo uso indevido do dinheiro e pelos constantes débitos. Isso é muito preocupante quando se percebe que, em muitos casos, jovens na casa dos 20 anos já estão acumulando grandes dívidas e provavelmente repetirão esse comportamento até o final de sua vida.

A educação financeira é um tema que precisa ser debatido entre os familiares e, especialmente, deve ser ensinado desde cedo. Assim, os futuros adultos podem usufruir da sua renda de forma responsável e sem preocupação com possíveis contratempos.

Pensando em melhorar um pouco mais o seu entendimento sobre educação financeira, explicaremos o que é um investidor mal-educado e um bem-educado. Confira:

O que é um investidor mal educado?

helio laniado instagram

Helio Laniado explica que existem muitos exemplos de investidores mal-educados. Por exemplo, alguém que, mesmo com dívidas, resolve fazer investimentos com o dinheiro que recebe, ao invés, de aproveitar a receita para resolver a sua situação financeira. Ou alguém que realiza um empréstimo para pagar empréstimos anteriores e acaba entrando em uma bola de neve de dívidas.

Vamos fazer um teste. Você sabe qual é a diferença entre um balanço patrimonial e uma demonstração de resultados? Você sabe quais são os tipos de investimentos existentes? Não vale falar apenas da poupança. Ou, quanto você paga de juros no cartão de crédito por mês? Sabe alguma coisa sobre a taxa Selic?

Isso são apenas algumas perguntas sobre o mundo financeiro que muita gente não sabe responder. Justamente, porque elas nunca tiveram a oportunidade de aprender sobre o assunto. Como resultado, a vida financeira vai de mal a pior, com dívidas e pouco lucro para realizar os seus objetivos.

Quer saber qual é o contrário desse tipo de comportamento? Veja a seguir:

O que é um investidor bem-educado?

Para Helio Renato Laniado, um investidor bem-educado vai entender os processos de sua conta-corrente. Ou seja, ele vai entender que todos os recursos que o banco oferece como cartão de crédito, cheque especial e até os empréstimos devem ser usados com cautela. Sua atitude será de sempre evitar dívidas.

Ele terá o hábito de realizar planejamentos financeiros, controlar seus gastos e investir em seus objetivos a partir do parecer de sua gerência. Se estiver endividado, ele fará um levantamento de suas dívidas, detalhará prazos e procurará negociá-las, sempre que possível.

E, o mais importante, jamais tomará decisões precipitadas a respeito das suas dívidas ou dos seus objetivos. Terá certeza que poderá cumprir com as mensalidades dos seus acordos, pois já se planejou e anteviu os possíveis percalços. Além disso, saberá poupar pensando, principalmente, na sua aposentadoria e fará investimentos para o futuro.

Onde buscar opções para a educação financeira?

Existem muitos lugares onde é possível encontrar um bom conteúdo sobre educação financeira. Evidentemente, na internet há muitos sites e blogs especializados no assunto. Canais no Youtube também podem auxiliar no começo da sua conscientização a respeito das finanças.

Além desse tipo de conteúdo, você também pode procurar por livros de profissionais especializados. Esses livros podem ajudar você a entender melhor as suas atitudes financeiras e como isso afeta a vida.

Cursos também são uma ótima alternativa. Além de ter a oportunidade de obter um parecer de um profissional, você pode conhecer outras pessoas com os mesmos problemas que você e trocar informações. Mas atenção, procure sempre por cursos de pessoas com renome no mercado e que tenham uma boa reputação quanto aos resultados de seus ex-alunos.

Bom, esperamos que esse artigo tenha ajudado você a entender melhor o quanto a educação financeira é um assunto importante para a vida de qualquer um.

Não importa o tamanho da sua renda, todos estamos sujeitos a contrair dívidas. Como, infelizmente, o conhecimento para lidar com as finanças não é uma coisa ensinada na escola, é importantíssimo que você vá atrás dessas informações.

Gostou do nosso artigo sobre a importância da educação financeira? Então deixe seu comentário e/ou compartilhe nas mídias sociais!

Quem é Hélio Renato Laniado?


* Hélio Renato Laniado possui mais de 10 anos de experiência no mercado financeiro, tendo auxiliado milhares de investidores a investir melhor seus recursos e é o criador do Blog Hlinvestimentos (site de educação financeira independente).

Durante uma transferência entre contas de bancos distintos, seja ela DOC ou TED, é muito comum que os bancos solicitam um código. Se você vai transferir algum valor para o banco Caixa, é bom saber o código Caixa Econômica.

Essa numeração, é comum a todos os bancos e contas, digital ou não, como é o caso da NuConta. Sendo assim, ela é importante para que no momento da transferência ou do pagamento de algum boleto, você consiga identificar a destinação, ou seja, o banco do seu destinatário.

Por isso é fundamental que você tenha os documentos do seu destinatário, além do código Caixa Econômica ou do outro banco que você for fazer a transferência. Assim, você fará uma transação mais segura e eficiente.

Qual o Código caixa Econômica?

O código Caixa Econômica para realizar qualquer tipo de transferência para bancos distintos através do TED ou DOC é o 104. Então, atente-se que todas as suas transações para contas do banco Caixa Econômica devem ter esse código de identificação do banco.

Caso a transação seja feita de Santander para Santander, por exemplo, não há código algum. Isso porque entende-se que essa transação é entre contas do mesmo banco.

Sendo assim, você não será taxado e essa transação será mais descomplicada. Mas e ai, como descobrir qual é o código correto.

Qual o código Caixa Econômica?

Você sabia que o código Caixa Econômica ou de qualquer banco que você vá fazer alguma transação, pode ser encontrado na internet? Isso mesmo. Na internet você terá várias listas para encontrar o seu código Caixa Econômica.

Ao acessar o Google, ele te dará como opções os vários códigos para transferências nas mais varias instituições bancárias. Mas, caso as dúvidas ainda persistam, entre em contato com o banco no qual você irá fazer a transação ou entre no site dele para tirar essa dúvida.

O empréstimo com garantia, é um dos empréstimos que tem a taxa de juros mais baixas no mercado. Para quem precisa quitar dívidas, reformar a casa, investir na empresa é uma ótima oportunidade. O empréstimo com garantia tem baixas taxas de rejeição e pode ser solicitado por quem está negativado também. Nesse artigo vamos explicar como funciona esse tipo de empréstimo e quais opções existentes.

Empréstimo com garantia de veículo

O empréstimo com garantia de veículo é recomendado para quem precisa de um empréstimo com um valor menor, o mínimo concedido é de R$ 5.000. Para solicitar esse tipo de empréstimo, é preciso ter um carro ou moto quitados em seu nome, pois esse bem que ficará alienado. É possível solicitar em bancos e financeiras, e é conhecido como refinanciamento de veículo, geralmente é oferecido entre 50% e 90% do valor do carro

Caso não haja pagamento do empréstimo, o carro será tomado pelo banco ou financeira.

Empréstimo com garantia de imóvel

Esse tipo de empréstimo com garantia, também conhecido como refinanciamento imobiliário, geralmente é solicitado quando se precisa de uma alta quantia de dinheiro. Dependendo de onde for fazer o empréstimo, é possível chegar a valores que correspondem até 60% do valor do imóvel, em termos de dinheiro, isso pode chegar até R$ 2 milhões de financiamento.

Para pedir o empréstimo com garantia de imóvel é necessário ter um imóvel residencial ou comercial quitado e em seu nome. As taxas de juros costumam ser bem baixas e o prazo de pagamento varia entre 1 ano, podendo chegar até 20 anos, dependendo do valor do empréstimo.

Mas lembre-se que é preciso uma boa organização financeira e comprometimento com as parcelas, pois caso as parcelas não sejam pagas, seu imóvel poderá ir para leilão.


Muitas pessoas passam por momentos difíceis e precisam emprestar dinheiro, as dívidas vão se acumulando e você precisa de alguma forma ter um dinheiro extra. Então, se você está nessa situação e irá fazer um empréstimo, tem que saber que fazer uma contratação ruim de empréstimo, só piorará a sua situação financeira. Afinal, garantir as melhores condições é fundamental para restabelecer a saúde financeira. Para isso, você deve recorrer a simular empréstimos.

Mas o que é simular empréstimo?

Simular empréstimo é muito simples, e nada mais é do que você fazer a utilização de ferramentas que estão disponíveis na internet para facilitar a sua vida. Com isso, você pode pesquisar e simular empréstimos de várias modalidades diferentes e isso tudo sem ter que ir pessoalmente a um banco ou uma instituição financeira.

Através do simular empréstimo é possível você ter informações completas do que você está buscando, diretamente do seu computador, smartphone, tablet ou qualquer outro dispositivo que tenha acesso à internet. O resultado da busca sai em instantes e na maioria dos sites estão disponíveis consultores online para você tirar suas dúvidas ali mesmo.

Formas de simular empréstimo na internet

Atualmente, existem várias formas de você simular empréstimos na internet. Veja a seguir as 6 formas mais comuns:

  1. Sites de financeiras;
  2. Sites de bancos;
  3. Sites de banco de varejo;
  4. Aplicativos para smartphones;
  5. Blogs de empréstimos;
  6. Sites de cooperativa de crédito.

Dessa forma, você pode escolher a opção que mais te agrada e simular empréstimos para você contratar aquele que mais se adequa as suas necessidades e se encaixa em seu orçamento.

O que preciso para simular empréstimo na internet?

Para você simular empréstimos na internet, basta você acessar o site de alguma das formas citadas acima e inserir algumas informações. Após inserir as informações necessárias o sistema irá calcular os valores e te mostrará as opções disponíveis. Tudo isso é feito em poucos segundos.

Veja abaixo as informações que precisa fornecer:

  • Nome;
  • RG;
  • CPF;
  • Endereço;
  • Renda mensal;
  • Telefone e e-mail para contato.

Iniciar um negócio é trabalhoso e estressante, mas a parte mais difícil é mantê-lo. Especialmente quando se é autônomo ou microempreendedor chamar atenção do público, pagar as contas e investir é uma tarefa exaustiva. Por isso que esse grupo busca cada vez mais empréstimos. Mas conseguir um empréstimo sem CNPJ e uma conta bancaria é quase impossível.

Hoje em dia, as máquinas de cartão de crédito deixaram de ser um quê a mais. Os cartões praticamente sustentam negócios e os fazem prosperar. E, sendo esse um serviço, deve-se aproveitar ao máximo dele. Pensando nisso que criaram uma modalidade de empréstimo com maquininha.

O empréstimo ocorre diretamente com a administradora, cada uma com regras próprias. Algumas usam a média do valor das vendas para ter um limite, além de uma análise do CPF pessoal. O procedimento varia em tempo também, algumas podem demorar até 30 dias, mas geralmente tudo é feito online.

Existem duas principais empresas que oferecem esse serviço, sendo descritas algumas características abaixo.

1 – Empréstimo maquininhas do PagSeguro

Administrador das maquininhas moderninha e minizinha é uma ótima opção, além de segura. Ambas possuem acesso a requisição do serviço, a qual é feita por um formulário sujeito a analise de crédito. Outra opção é o contato do próprio Pag Seguro por email oferecendo o serviço.

Para ambos existem alguns impedimento, o faturamento mínimo é de 300 reais mensais, vindo em crescimento. O tempo de uso da maquininha deve ser de 6 meses no mínimo. A taxa do empréstimo maquininha é a partir de 2,99% ao mês.

2 – Empréstimo maquininha do Mercado Pago

No caso do Mercado Pago também deve-se esperar um contato do próprio com uma conta virtual. Entretanto as regras são menos rígidas, exigindo 100 reais de faturamento mensal, além de uma classificação verde no site.

Obviamente a análise do histórico e CPF também é feita. O limite do empréstimo maquininha também parte do faturamento mensal, mas o tempo de uso exigido é de 3 meses. A taxa inicial também é de 2,99% ao mês.

Apesar de parecidas cada maquininha possui suas características, por ser uma modalidade relativamente nova não se tem opções. As máquinas de aluguel, associadas a bancos, também possuem modalidades de crédito, com um pouco mais de burocracia. Analisar as opções, entender vantagens e desvantagens é essencial.